— Não temos como levar ele, mas não vou deixar o meu pai morrer! — ela rosnou e então, ouvimos outra vez.
Uma risada, não qualquer gargalhada. Evie, o veneno personificado, ela ainda estava viva. E queria se divertir. Irina limpou as lágrimas do rosto com a manga suja do vestido.
Se levantou, olhou