A água ainda caía quente sobre nós quando eu desci a mão pela costa dela e apertei a bunda com força. Ravena estava ofegante, o corpo mole e satisfeito contra o meu, mas quando meus dedos deslizaram pela fenda das nádegas e tocaram o cu dela com a ponta do dedo, ela tremeu inteira. Beijei o ombro molhado dela e falei baixo, a voz rouca perto do ouvido:
— Quero comer sua bunda… posso?
Ela ficou em silêncio por um segundo, só a respiração acelerada e o barulho da água. Depois virou o rosto de lev