Manhã do dia seguinte
Fernanda
[...]
Acordo com o celular tocando e minha vontade era jogar ele contra a parede. Não dormi, absolutamente nada, e ainda despertar dessa maneira me causava uma imensa dor de cabeça e consequentemente um mal humor que duraria por horas. Passo a mão no criado, pego o aparelho e vejo que era o Luan. Aperto o botão, atendo e ainda com os olhos fechados, falo:
— Oi, Leãozinho! Tudo...
Mal começo a falar e o Luan já me corta e começa a gritar do outro lado da linha.
— E