DIANE NO CAFÉ
Diane Blackwood apareceu no café onde Lena trabalhava toda tarde, numa quinta-feira.
Não era coincidência.
Diane nunca fazia nada por coincidência.
Era o tipo de mulher que eliminava acidente da própria vida com a mesma precisão com que trocava as flores da mansão todos os dias — sem deixar pétala no chão, sem deixar rastro do esforço.
Casaco bege de sempre. Colar de pérolas de sempre. Sorriso que chegava até a bochecha, mas nunca até os olhos.
Pediu um espresso no balcão e sentou