SAVANNAH HAYES
Passei a mão pelo criado-mudo à procura do celular e quando olhei a tela vi que eram onze e quarenta e oito da manhã.
— Meu Deus — murmurei, sentando na cama.
A cama ao meu lado estava vazia e arrumada, o que significava que Damien havia estado ali em algum momento e havia saído sem me acordar.
Duas batidas suaves na porta.
— Pode entrar — falei.
Damien apareceu carregando uma bandeja, vestindo uma camisa branca de linho com as mangas dobradas até os antebraços e uma calça