O tempo pareceu parar.
A menina permaneceu imóvel na entrada da biblioteca, segurando o velho lampião cuja chama dourada iluminava suavemente o corredor de pedra.
Ao redor, o som distante dos disparos continuava ecoando.
Mas, naquele instante, Hadassa já não ouvia mais nada.
Apenas uma palavra permanecia em sua mente.
Sofia.
Ela deu um passo à frente.
A voz saiu quase como um sussurro.
— O que você disse?
A menina repetiu, com a mesma serenidade.
— Minha avó pediu que eu a trouxesse até ela.
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