A mulher permaneceu parada na varanda.
Os cabelos prateados eram movidos pelo vento, mas seu olhar continuava firme, preso ao rosto de Viktor.
Ele deu um passo à frente.
Depois outro.
Por fim, parou a poucos metros dela.
Sua voz falhou.
— Eu vi seu funeral...
Amélia sorriu com tristeza.
— Era exatamente isso que eu queria que você visse.
Viktor baixou a cabeça.
Durante vinte e dois anos carregara a culpa por acreditar que sua escolha pela Ordem de Prata havia custado a vida da única mulher que