—Não, nunca. Eu só não quero ser culpada por uma morte — responde ela, com a voz trêmula. Ela é boa demais.
—Tá. Isabella, me responde uma coisa. Olhando nos meus olhos — peço, virando-a para mim.
—Tá — diz ela, encarando-me.
—Você ainda me ama, ou já me deixou de amar? — pergunto, com a voz suave.
—Eu nunca deixei de te amar. Você é, e sempre vai ser, o homem da minha vida. Bruno, eu te amo muito. Mas eu ainda estou sofrendo com aquela ferida que você deixou, e o tempo não está melhorando essa