Solto-a, o semblante se torna sério, autoritário, implacável. Devo partir para a missão, mas antes, preciso reafirmar meu domínio sobre ela.
—Agora vamos voltar para a festa. Eu preciso ir para essa droga de operação, e acho bom que a minha princesinha se comporte e vá logo para casa — digo, com um tom de voz imperativo que não admite contestação.
Ela tenta resistir, uma fagulha de esperança em seus olhos.
—Pode ir na frente. Eu preciso de um tempo para me recompor — diz ela com uma desculpa