Então, reunindo toda a coragem que me resta, ergo o queixo e o encaro nos olhos.
—Muito obrigada pela ajuda, Davi. Mas agora eu tenho que ir — digo, com a voz firme, apesar do tremor interno.
Dou um passo hesitante para o lado, mas Davi reage rapidamente. Com um movimento ágil, ele me segura pela cintura com as mãos fortes e possessivas, me puxa contra o seu corpo, colando-me a ele, com uma intensidade que me tira o ar. Sinto cada músculo do seu corpo, extremamente musculoso e definido, pres