— Nem fodendo — ele respondeu, a voz fria como gelo, me puxando pela cintura com força quase possessiva para junto do seu peito musculoso. — Na minha Alice, só quem põe a mão sou eu. Mais ninguém. Não é verdade, amor?
Olhei para aquela figura colossal de mais de um metro e oitenta emburrado por ciúmes da minha amiga.
— Sim, amor — dei um selinho rápido na sua boca para evitar que ele declarasse guerra contra a Fernanda.
— Eu não falo é mais nada — Fernanda rolou os olhos, divertida. — Vou saind