Vou até Alice, que está chorando muito, com o rosto vermelho de tanto chorar.
—Juro — ela diz, com a voz embargada. — Não foi minha culpa. Me perdoa, por favor. Eu não queria.
—Ei, ei — digo, com a voz suave. — Não foi sua culpa. Não tem que pedir perdão. Eu que peço perdão por não ter chegado mais a tempo.
—Ai, ai, minha barriga está doendo cada vez mais — ela geme, com a voz de dor.
Ela está muito pálida, e sua pele está gelada. Não entendo. Ele não conseguiu, por que ela está sangrando desse