---
Ajoelho-me ao lado de Alice, meu coração disparado, a respiração presa na garganta. Ela está encolhida, com as roupas rasgadas, o corpo tremendo. Sua mão está pressionada contra a barriga, e vejo sangue escorrendo entre seus dedos.
—Ele chegou bem na hora — ela diz, com a voz trêmula e chorosa. — Ele já ia... mas não conseguiu. Minha barriga está doendo.
—Meu amor — digo, com a voz embargada, passando a mão em seu rosto. — Você está sangrando. Por que está sangrando se ele não te tomou?
—Nã