Não correspondo.
—Ah, é assim? — ele pergunta, com a voz desafiante. — Então, tá bom.
Não respondo e fico olhando para o nada, mantendo minha expressão impassível. Ele me vira bruscamente e me encosta na coluna, prendendo-me com seu corpo. Tento sair, mas ele é muito maior e mais forte. É impossível.
—Davi, alguém pode ver — digo, com a voz preocupada.
Ele inicia outro beijo, e eu não correspondo. Então, ele morde minha boca.
—Ai! — exclamo, com a voz surpresa. — Me mordeu, seu bruto.
—Hahaha —