30. Deixe-me ser sua fantasia
Amanda estudava seu grimório quando ouviu uma batida em sua janela. Quem podia ser? Levantou-se e foi ver. Ah, mas se fosse Aaron… Ele veria só o escândalo que ela faria! Aquele infeliz…
— Boa-noite? — Disse Henry sorrindo, tímido. Ele estava parado na sacada.
— É alérgico a campainha? — Disse Amanda com as mãos nos bolsos de seu robe com estampa de flores.
— Não. É que… Está tarde. Não queria acordar os seus pais. Só isso. Só passei para vê-la, mas se quiser, eu vou embora. — Ele disse.
— Não.