As palavras de Aurora eram como espinhos que se cravavam profundamente em seu peito.
Ele mesmo não compreendia por que sempre ansiava estar perto de Aurora, sempre ávido por ouvir sua voz.
Mesmo que ela o repreendesse ou o agredisse, aquela sensação era muito mais suportável do que agora, quando não podia vê-la nem tocá-la.
Seus olhos escureceram um pouco e sua voz se tornou mais rouca.
- Aurora, você gosta tanto de imaginar, por que não escreve um romance? Estou fazendo isso em consideração