— Certo, eu chego logo. — Aurora se dirigiu até a casa de Iolanda.
A sala estava repleta de itens de bebê, com brinquedos, mamadeiras e fraldas. Cada canto estava impregnado com o cheiro de bebê.
Ao ver tudo isso, o nariz de Aurora ficou sensível, ela não conseguiu evitar que seus olhos se umedecessem.
Se seu bebê ainda estivesse vivo, ele já teria mais de um mês e estaria sorrindo para ela.
Lembrar disso provocou uma dor insuportável no peito de Aurora.
Iolanda desceu as escadas e, ao ver Auror