Corro até o velho celeiro desativado e me sento atrás de alguns barris.
Várias memórias passam pela minha mente, vários momentos, várias ocasiões.
Abraço meus joelhos enquanto sinto meu corpo balançar com os soluços.
Não podia aceitar que eu iria perdê-la, que essa doença m*****a iria tirá-la de mim.
Continuo ali, no silêncio do celeiro, deixando as lágrimas escorrerem livremente pelo meu rosto. Cada lembrança com ela se torna ainda mais preciosa, e a sensação de impotência diante da doença é av