Capítulo 15
Quando voltou a abrir os olhos, já era o dia seguinte.

Ele arrancou a agulha do soro e, ignorando o ferimento que sangrava, vestiu o terno e saiu.

Ao chegar à delegacia, Pedro estava pálido.

— Quero registrar um boletim de ocorrência. Minha esposa está desaparecida.

A polícia agiu conforme o procedimento e pediu detalhes.

Mas, depois de ouvir todo o relato, as expressões ficaram estranhas.

— Ela está desaparecida há quinze dias e só agora o senhor vem registrar ocorrência? Por que não denunciou antes?

A mão de Pedro, apertada contra o peito, tremia; o rosto estava lívido.

A polícia desviou o olhar e, ao encerrar o atendimento, deixou apenas uma frase:

— Vamos fazer o possível para encontrar. Se tiver qualquer informação, nos avise imediatamente.

Pedro saiu da delegacia e voltou para casa.

Não esperava encontrar os pais e Raíssa ali também.

Ao ver Pedro entrar, Diego pulou do sofá.

— Onde você foi? Por que não voltou a noite inteira e não atendeu o telefone?

Raíssa também se apressou em
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