— Marcos... — Ela o olhou, falando baixinho, — Eu ia para a empresa de manhã, mas parece que estava com febre. Tomei um remédio e dormi até agora. Só acordei quando Ana me ligou.
A expressão no rosto de Marcos permaneceu inalterada, ele assentiu com dignidade, sem dizer mais nada.
Juliana, ao lado, baixou os olhos, mordendo os lábios.
A impaciência na voz de Marcos, ela havia notado claramente.
Especialmente, aquela frieza por causa de Sílvia, o que a fez se sentir ainda mais desconfortável.
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