Nolan Kingston
— Por que, porra? — Bati forte contra a mesa, incapaz de controlar o gênio forte, muito menos a vontade de destruir cada maldita coisa daquele consultório.
Olhar para aquele bebê havia se tornado um alívio e a maior ofensa da minha vida, cacete. Porque ele representava o que eu perdi. Não a criança, mas por causa dele eu menti, eu a enganei e magoei a mulher que amo. Agora, porra, a desgraçada me olhava como se eu fosse um louco.
E tinha razão.
Lexi ainda não me conhecia, mas eu