Cap.56
O carro deslizava pelas artérias escuras da cidade, as luzes dos postes passando como borrões de fogo pelo vidro embaçado. No banco de trás, Maelyn mantinha o celular pressionado contra o rosto, a voz baixa e afiada como uma lâmina.
— Fábio, preciso de você. Agora. — Estou aqui, senhora. Diga