O telefone continuou tocando por alguns segundos. Até ele respirar fundo e deslizar o dedo para atender.
— O que quer?
A falta de entusiasmo em sua voz fez Juliana rir do outro lado da linha.
— Nossa… que recepção calorosa.
— Estou trabalhando. O que foi?
— Não posso ligar para o meu amigo?
— Pode. Mas normalmente você liga quando quer alguma coisa.
— Você continua me conhecendo muito bem.
Ela riu novamente, porém, como não obteve resposta positiva, decidiu insistir.
— Liguei para dizer que esto