— Fabiane… — murmurou.
Dessa vez, foi o rosto dele que ficou vermelho. Ele desviou os olhos por um instante e pareceu realmente constrangido. Com certeza estava com vergonha do que havia feito.
— O que você colocou na minha água, hein? — questionei, já sentindo o nervosismo tomar conta de mim novamente.
— Não é o que você está pensando — rebateu rapidamente.
— O que estou pensando? — Minha voz saiu mais alterada do que eu pretendia. — Dante, eu não estou falando do que penso. Estou falando do q