Alex
— Perguntei, onde eles estão? — Olavo repete pausadamente e entre dentes. No entanto, faço um gesto apontando para uma cadeira atrás dele em um pedido mudo para se sentar. Contudo, ele permanece em pé na minha frente.
— Sente-se, Olavo e conversaremos — peço calmamente. O homem me lança um olhar especulativo.
— Não quero conversar com você, Marrento. Sei muito bem do que você é capaz, e adivinha? Eu também posso sequestrar a sua família, também posso retalhá-la e mandar os pedaços para vo