Marrento
— A-Anne. — Ela gagueja com um gemido dolorido.
— Então, Anne, eu preciso que você se levante do meu colo como se nada tivesse acontecido aqui e que traga para mim a pessoa que pode me dar as respostas que eu necessito. Você pode fazer isso por mim? — Ela ofega e eu aperto ainda mais os fios loiros entre os meus dedos. — Você pode, Anne? — insisto com falsa meiguice. Ela solta outro gemido e concorda com a cabeça. — Eu quero que me diga.
— Sim, eu posso! — responde com a voz trêmula.
—