O relógio na parede do escritório já passava das nove quando Thiago empurrou a cadeira para trás, massageando a têmpora.
Precisava de café, ou de qualquer coisa que mantivesse sua mente funcionando por mais uma hora.
Ele abriu a porta da sala. Na antessala, apenas a luminária permanecia acesa, projetando um facho dourado sobre a pilha de documentos. Sarah estava lá, inclinada sobre a mesa, com os óculos de leitura na ponta do nariz e os dedos deslizando pelo teclado.
Thiago parou a poucos metr