Ao lado de um pé de ipê, no gramado oeste da instalação de pesquisas secretas da Aliança, encontrei um cantinho aquecido onde me sentei.
O cheiro de desinfetante do laboratório ainda pairava nas minhas narinas e, ao desabotoar a gola do jaleco, respirei o ar fresco do lado de fora, enquanto espalhava pedaços de pão integral esfarelado para o bando de pombos cinzentos e brancos.
Já fazia três meses que eu estava naquela base de pesquisa confidencial.
E sempre que entrava no laboratório, costumava