JULES MONTEZ
Quando ele saiu por aquela porta, meu coração doeu tanto, parecia que estava sendo esmagado lentamente. Eu sentei no chão e deixei as lágrimas saírem, chorei até soluçar.
— Tia, o homem mau, machucou você? — A mesma pequena falante perguntou, acariciando meus cabelos.
— Não. E ele não é um homem mau — respondi, forçando um sorriso.
— Ele é sim, tem cara de bravo e brigou com você — rebateu, me fazendo rir.
— É ele estava mesmo bravo, mas a culpa é minha, não dele — sorrio triste.