SAMUEL ADAMS
— Jules! — Chamo, mas ela não responde, apenas fecha os olhos. — Que droga, Jules, não faça isso comigo… — murmurei, pegando-a no colo.
Ando até a sala de estar e, felizmente, encontro a funcionária que me leva até a garagem onde está o carro da Jules. Ela vai receber algumas multas por excesso de velocidade, porque eu praticamente voei até o hospital. Durante o caminho, vou fazendo uma oração silenciosa enquanto olho a mulher desacordada no banco ao lado. Estou apavorado e com m