Assim que a porta da frente se fechou com o baque seco do salto de Eleonora, o silêncio que sobrou no quarto era quase palpável. Uma carga elétrica densa, perigosa e sufocante ainda pairava no ar.
Eu não conseguia tirar os olhos de Kayla. A respiração no meu peito subia e descia descontrolada, mas não era apenas pela raiva da Eleonara. Era pela mulher à minha frente. Nenhuma , absolutamente nenhuma mulher jamais tinha encarado Eleonora daquele jeito. Sem piscar, sem recuar um milímetro, destr