Eu andava de um lado para o outro no quarto sem a menor ideia do que fazer, eu não poderia deixar acontecer uma injustiça tão grande, Tem que haver algum jeito de sair daqui. Começo a revirar o quarto atrás de algo para que eu possa abrir a porta ou o cadeado na varanda, acho um grampo e tento abrir o cadeado e a porta mas meus esforços são em vão. Vou para perto da janela e vejo jogarem um balde de água no Filipo, o mesmo levanta a cabeça recobrando os sentidos, vejo um homem se aproximar dele