Meu corpo tremia.
Minha boceta pulsava.
O gozo escorria espesso entre minhas pernas, lambuzava minhas coxas e pingava até os joelhos.
Rolei de costas.
Me abri toda.
Fiquei olhando pro teto como se ele estivesse lá em cima, me vigiando.
E me toquei.
De novo.
Mesmo estando dolorida.
Mesmo depois de ter passado dos meus limites.
Mesmo com o clitóris latejando como se estivesse machucado, e a boceta doendo como se tivesse sido rasgada por dentro.
Eu não ligava.
Eu precisava.
Precisava gozar de novo.