Eu desabei contra ele, tremendo, soluçando com tanta força que mal conseguia respirar. O peito falhava, a garganta queimava, o corpo inteiro parecia ser devorado por dentro. As lágrimas de Damon caíam no meu cabelo, e os braços dele me esmagavam contra o peito como se ele fosse a única coisa me mantendo viva.
E eu só continuava sussurrando, quebrada, confusa, desesperada:
— Eu quero ver ele.
Eu gritei, a voz se partindo de um jeito que parecia vidro rasgando a garganta:
— Traz ele pra mim! Está