Bruna esperou Alex dormir.
Ou pelo menos fingir que dormiu.
O apartamento inteiro estava mergulhado num silêncio estranho, pesado, daqueles que parecem esconder alguma coisa ruim dentro das paredes. A televisão permanecia ligada na sala com o volume baixo, espalhando luzes coloridas pelo ambiente escuro enquanto Sofia dormia encolhida no sofá abraçada no ursinho. O rostinho da menina ainda carregava marcas de cansaço depois de horas perguntando pela mãe até o sono finalmente vencer.
Aquilo