O som dos pneus do táxi contra o cascalho da entrada da mansão Moore soou como um trovão no silêncio daquela tarde nublada em Manhattan. Evelyn sentiu um nó apertar sua garganta, um peso que ela carregava há anos e que, finalmente, estava prestes a ser depositado no chão da sala onde cresceu. Ela olhou para o lado, para Victória, que dormia tranquilamente na cadeirinha, alheia à tempestade emocional que cercava sua origem. Cristina, sua fiel companheira de jornada, apertou sua mão em um gesto m