PIETRO CAVALLINI
Ela me olhou com aquele sorrisinho maldito que me deixa entre a vontade de beijar e a de foder com força. Tava ali, jogada na cama com a blusa ainda grudando nos seios por conta da água. A pele arrepiada. O olhar desafiador.
Minha boca colou no pescoço dela antes mesmo que ela pudesse reagir.
— Vai me punir, é isso? — ela murmurou, a voz carregada de sarcasmo e desejo.
— Isso aqui não é punição, Vasques. É marcação de território. — Disse entre beijos, descendo pra clavícula, de