Ela me encara e depois olha para o pai, forçando um sorriso:
— Está bem, papai. Vai trabalhar e depois você vem ver o que fizemos.
A respiração de Marcus parece se agitar um pouco com as palavras da filha. Ele sorri gentilmente para ela e acaricia sua cabeça, transmitindo uma sensação de tranquilidade e carinho:
— É isso aí, princesa. E quando eu voltar, quero ver muitos desenhos novos e coloridos.
— Vá bene, papai — acrescenta Bianca.
Marcus se dirige à porta, lança um último olhar na direção