As palavras ecoam na minha mente como um sino de funeral, me atormentando até agora. É isso que acontece quando fecho os olhos. É isso que me espera no sono.
Chego à porta do escritório e a abro lentamente, como se estivesse passando por um portal para um refúgio. A familiaridade do ambiente me envolve, quase como um abraço frio, mas reconfortante.
Minha mesa está exatamente como a deixei: coberta de papéis desorganizados, relatórios inacabados e notas apressadas. As cortinas estão parcialmente