Cláudia estava na cozinha preparando café quando o celular de Aléxia vibrou sobre a mesa da sala.
Aléxia esticou o braço, ainda deitada no sofá, os pés apoiados no colo da mãe momentos antes.
Era um número desconhecido.
Estranhou, mas atendeu.
— Alô?
Do outro lado, uma respiração.
Depois, silêncio.
— Alô? — repetiu, já se sentando.
A ligação foi encerrada sem uma palavra.
Ela ficou olhando para a tela por alguns segundos, uma sensação estranha se instalando no peito.
Cláudia apareceu na porta d