POV: AYLA
O portão da cela fria rangeu alto ao se abrir. Três mulheres vestidas com mantos negros longos entraram em silêncio, os rostos parcialmente ocultos por máscaras pálidas. Seus olhos, porém… aqueles olhos eu reconhecia muito bem.
— Bruxas… — murmurei, a voz fraca e rouca.
Meu corpo inteiro doía. A prata ainda queimava nas veias, cobrando seu preço alto. Minha loba permanecia em silêncio absoluto. Minha essência havia sido arrancada. O vazio dentro do peito era insuportável, uma ausência