Na manhã seguinte, as marcas de Thea estavam doloridas, mas lindas. Quando as viu no espelho pela primeira vez, ela chorou. Seus dedos traçaram as linhas e formas que ainda estavam se formando em sua pele. Desciam por seus ombros, costas, clavículas e subiam pelo pescoço. Lizzy tinha razão. Algo nelas parecia familiar, mas Thea não conseguia identificar o quê.
Alaric se aproximou por trás dela no banheiro e beijou sua marca.
— São lindas. — Disse ele. — Você é linda.
Ele traçou sua parte do