O templo estava desmoronando.
Não lentamente.
Não gradualmente.
Mas de forma inevitável.
Como se cada pedra, cada símbolo e cada fragmento de energia soubesse que aquele era o fim de um ciclo que durou eras.
O núcleo do selo vibrava com violência.
Rachaduras de energia percorriam sua superfície, como veias prestes a romper.
Cada pulso era mais forte que o anterior.
Cada segundo… mais perto do colapso.
E no centro de tudo…
Liora.
Parada diante do círculo vazio.
Respirando fundo.
Sentindo o peso