Deus! Tão árabe....
Karan
Amanda surge na sala com uma xícara de café e alguns biscoitos.
Ela caminha na minha direção com uma graciosidade que me desconcerta completamente. O som de seus passos é quase imperceptível, mas cada movimento seu prende minha atenção como se o mundo ao redor tivesse silenciado. Quando nossos olhos se encontram, sinto como se algo dentro de mim perdesse o compasso, e minha respiração, desobediente, sai pesada e marcada.
Sem querer, prendo a respiração, lutando contra o maldito hábito do