Vanessa Bragança
Chorei abraçada a Adrian até pegar no sono. Quando acordei, ainda estava em seus braços, enquanto ele acariciava suavemente minha cabeça.
Ergui um pouco o corpo e me arrastei até seus lábios, beijando-o lentamente. Eu precisava tanto do seu calor… entendendo minha necessidade, suas mãos começaram a percorrer minhas costas, deixando um rastro quente e formigante sob a ponta dos dedos.
Fui abrindo caminho com uma trilha de beijos delicados por seu queixo e pescoço. Em resposta,