Estou puto da vida...
Passo as mãos nos cabelos e fecho as minhas mãos em punho e inspiro fundo e solto uma lufada de ar, tentando me controlar para parecer calmo, quando, realmente, estou um turbilhão de nervos.
Falo calmamente, porém os nós dos meus dedos sinalizam o meu nervosismo, pois estão brancos e doloridos, da pressão que eu coloco no meu celular.
— Não enrole Carla! Conte-me, o que sabe? — E sinceramente eu não sei como ainda me surpreendo com Carla e a sua ousadia de falar assim comi