A ARTE DA DOR - MENTES QUEBRADAS, ALMAS PERDIDAS.
Segui rumo ao galpão bem mais calmo. No caminho, fiquei pensando em como seriam meus próximos passos e como poderia infligir ainda mais dor ao desgraçado. Meu pai ficou em casa com Kara e, com certeza, não permitirá que ela vá até lá, por isso terei espaço para fazer o que minha mente perversa planejou.
Enquanto caminhava, uma lembrança veio à tona. Era de uma noite, há alguns anos, quando Kara e eu estávamos sentados na varanda de casa, após um dia particularmente tenso. Ela estava com um copo