Gustavo Henri
O som estridente do despertador me fez abrir os olhos devagar e demorar mais do que deveria para encerrá-lo. Eu nunca precisava de um despertado para me levantar, mas naqueles últimos dias, desde a volta da Bruna para casa, eu não dormia direito. Aliás, nada mais tem funcionado direito na minha vida.
Só me levantei quando a Jasmim chorou. Peguei ela no colo e desci as escadas lentamente em direção ao quarto da Kara. O sol ainda não havia apontado no céu, mas já estava claro. A