Passei a ponta do polegar sobre a pele fria, tentando lhe transmitir um pouco do meu calor.
— Se recupere, meu amor… — sussurrei, com a garganta ardendo. — Estou aqui fora, esperando você.
Algumas lágrimas escaparam, silenciosas, sem que eu tentasse contê-las.
Ali, diante dela, não existiam protocolos ou racionalidade — apenas uma mãe implorando silenciosamente pela vida da filha.
Ao deixar a UTI, respirei fundo antes de seguir até a recepção, onde os dois homens me aguardavam — aquele que aind