— Eu também acredito nisso, Ksênia. — Afirmei. — Nada nos impõe a viver sofrendo violências, maus tratos de pessoas que deveriam nos amar e nos proteger ou de ninguém. Nem os nossos pais, namorados, maridos, ou filhos, nenhum deles tem o direito de nos ameaçar ou agredir.
— A maioria se cala por medo.
— Sei disso, fui parte dessa maioria… — Balancei a cabeça em negativo. — Se todas soubessem que o silêncio é uma arma contra nós. Romper com esse silêncio e o próprio medo são o primeiro passo par